links úteis

Posted in não caracterizado with tags on Janeiro 12, 2011 by profres3

Links úteis para programas curriculares do ensino básico e secundário:

http://www.dgidc.min-edu.pt/basico/Paginas/Programas_OrientacoesCurriculares.aspx

http://www.dgidc.min-edu.pt/secundario/Paginas/Progr_orient_curricSEC.aspx

http://www.sitio.anq.gov.pt/programas.html

paguem-me as multas a mim também

Posted in comentários, manifestações, pensamentos, reflexões with tags , , on Dezembro 28, 2010 by profres3

Ontem, estava a ver um telejornal e entre as notícias sobre a crise financeira que vivemos e as desgraças humanas e naturais que os noticiários tanto gostam de explorar, uma deixou-me boquiaberto e ao mesmo tempo revoltado e preocupado.

 

Boquiaberto – com a notícia em si mesma: “o estado vai passar a pagar as multas dos partidos políticos.”

 

Cada vez mais, neste país, a realidade se parece com a ficção; cada vez mais me parece que estamos a viver O triunfo dos porcos. Para os mais distraídos, O triunfo dos porcos é um livro de George Orwell, com o título original Animal farm e editado pela primeira vez em 1945. Existem diversas traduções do título (e do livro), mas parece-me para o caso que esta tradução assenta melhor.

 

Não é difícil encontrar informação na Internet sobre o livro, mas curioso e irónico é verificar que faz parte das recomendações de leitura do programa de Português do 9º ano de escolaridade.

 

Citado no site: http://www.wook.pt/ficha/o-triunfo-dos-porcos/a/id/65444

“Plano Nacional de Leitura

Livro recomendado no programa de português do 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula – Grau de Dificuldade II.

 

Publicado pela primeira vez em 1945, O Triunfo dos Porcos transformou-se na clássica fábula política deste século. Acrescentando-lhe a sua marca pessoal de mordacidade e perspicácia, George Orwell relata a história de uma revolução entre os animais de uma quinta e o modo como o idealismo foi traído pelo poder, pela corrupção e pela mentira.

O Triunfo dos Porcos de George Orwell”

 

Revoltado – não me parece muito difícil perceber porquê, mas uma vez mais para os mais distraídos, depois de acabar de ouvir falar sobre a crise financeira, onde os salários vão baixar efectivamente ou virtualmente através do aumento de impostos, é naturalíssimo ficar revoltado e ofendido com quem tem o poder de decisão neste país.

 

Uma vez mais a realidade aproxima-se da ficção: “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros.”

 

Preocupado – com o futuro. Onde vamos parar?

 

Não sou estúpido ao ponto de dizer que, antes de haver a revolução na “quinta”, estávamos melhor, mas sou suficientemente inteligente para perceber que as diferenças são cada vez mais ténues. Arriscaria quase a dizer que a grande diferença é ainda poder, mais ou menos, usufruir da liberdade de expressão.

 

Mas outras preocupações perturbam a minha paz de espírito.

 

Eu sou um defensor da utilização dos transportes públicos que uso autonomamente desde os meus dez anos de idade. Estes são um óptimo barómetro para medir o mal-estar de um povo. Claro que os nossos políticos não usam transportes públicos e quando digo políticos refiro-me principalmente aos “nossos” deputados. Passo então a escrever algumas frases ouvidas nos transportes públicos, que sintetizam o sentir de um povo (por decência, pudor ou falta de coragem, decidi não colocar textualmente alguns dos epítetos com que são premiados os políticos deste país).

 

“É tudo uma cambada de ladrões.”

“A merda é a mesma, mudaram foram as moscas.” ou “A pia é a mesma, mudaram foram os porcos.”

“Era pôr uma bomba no parlamento e mandá-los a todos pelo ar.”

“São todos uns filhos da p***, querem é ir para lá mamar.”

E a minha preferida, talvez porque me fazer lembrar a aldeia de Asterix e Obélix:

“O pessoal juntava-se à porta do parlamento e quando os deputados estivessem a sair, um gajo dava-lhes um arraial de porrada com cacetes, à moda antiga. A ver se eles não atinavam logo dos cornos! Começavam logo a cagar fininho.”

 

Para terminar, enquanto português sinto vergonha de ter como deputados seres tão indescritíveis como aqueles que estão no parlamento e com quem eu não me identifico. Eu borraria a minha cara de merda cada vez que votasse em alguma coisa da qual o principal beneficiado fosse eu ou o meu partido. Isso lembra-me a questão: se a maioria dos votos numa eleição forem brancos, como é que será depois?

 

Se fosse como esta gente criava um partido e criaria benefícios só para quem fosse “mais animal que os outros”. Ah, pois! Eles já fizeram isso.

 

imaginação

Posted in vídeo with tags on Fevereiro 3, 2010 by profres3

A minha ex-aluna (agora a terminar o curso de arquitectura), referida no primeiro artigo deste blog enviou-me um mail com os links para os vídeos que aqui publico. Achou ela, e bem, que eu iria gostar de ouvir. Na verdade até acho importante partilhar.

“a pós-escravatura explicada às crianças”

Posted in reflexões with tags on Setembro 14, 2009 by profres3

«Os escravos do século XXI não precisam ser caçados, transportados e leiloados através de complexas e problemáticas redes comerciais de corpos humanos. Existe um monte deles formando filas e implorando por uma oportunidade de trocar suas vidas por um salário de miséria. O “desenvolvimento” capitalista alcançou um tal nível de sofisticação e crueldade que a maioria das pessoas no mundo tem de competir para serem exploradas, prostituídas ou escravizadas.»

Luther Blissett
Banco de citações da Wikipédia

escola exemplo

Posted in reflexões with tags , on Agosto 31, 2009 by profres3

Falava agora com uma amiga que foi colocada numa escola à qual eu também concorri como segunda escolha, mesmo ficando esta a 40 minutos de distância de minha casa.

Quando se fala de manter um corpo docente estável, esta escola deveria ser tomada como um exemplo. Hoje, por exemplo, apareceram na escola para almoçarem juntos, não só os professores efectivos (mesmo em férias) e a directora da escola, mas também aqueles que saíram e os que estão a chegar. Os que saíram trocaram pessoalmente informações com os que chegaram, não porque a isso são obrigados, mas porque a ligação com a escola e os alunos não se limita apenas às horrorosas questões burocráticas.

As ligações com esta escola são mais emocionais, onde a amizade perdura mesmo estando as pessoas afastadas fisicamente. Quero realçar a palavra pessoas, porque estou a falar de professores, auxiliares e alunos. Eu, que passei por essa escola entre 2000 e 2003, continuo a manter contacto com as pessoas de lá e, relativamente aos alunos, mantenho uma ligação que me permite continuar a seguir o seu percurso escolar e, sempre que solicitado pelos mesmos, apoiá-los no que me é possível.

No outro extremo desta realidade minoritária, temos uma percentagem muito maior de escolas onde tentam controlar tudo e todos, utilizando eu uma metáfora, à força do “cacete” ou se quisermos, sem metáforas, através de pressões psicológicas, chantagens emocionais, chantagens legais, etc. E se antes a escola era democrática e os conselhos executivos eram votados, agora, com conselhos directivos e directores nomeados, muitas das escolas tornaram-se pequenos feudos de regimes ditatoriais. Algumas pessoas poderão perguntar onde está a diferença e eu respondo que, neste caso em particular, está na possibilidade de alternância de poder, que atenuava as tendências ditatoriais de muitos presidentes de conselho executivo.

“Engraçado” é, não, ouvirmos professores, funcionários ou até mesmo alguns pais, dizerem que no tempo deles a escola (leia-se ensino) tinha mais qualidade, mas sim, ouvir pessoas que passaram pela escola há cinco anos atrás, a dizerem exactamente o mesmo.

defesa da língua portuguesa

Posted in comentários, reflexões with tags , , on Abril 21, 2009 by profres3

Com que moral pode Portugal discutir o acordo ortográfico, se a defesa da língua portuguesa é desprezada? Fará mais o Brasil pela língua portuguesa do que Portugal? Que poderá significar tudo isto?

Vejamos um artigo de hoje, do Diário de Notícias, que aqui transcrevo.

Novo ‘site’ reúne bibliotecas e arquivos mundiais

por LUÍS FILIPE RODRIGUES

World Digital Library será apresentada hoje de manhã na sede da UNESCO, em Paris, durante uma conferência de imprensa.

A partir de hoje, o acervo de diversas bibliotecas e arquivos mundiais estará reunido num só site. A plataforma, de nome World Digital Library (Biblioteca Digital Mundial), será apresentada pelas 11.00 na sede da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), em Paris. Depois, no endereço www.worlddigitallibrary.org poderão ser consultados, gratuitamente, livros e manuscritos, mas também mapas, gravuras, fotografias e pinturas, bem como partituras ou filmes.

O português é uma das sete línguas em que o site estará disponível, juntamente com o inglês, o francês, o espanhol, o chinês e o russo. Não obstante, as bibliotecas e arquivos nacionais decidiram ficar de fora desta iniciativa. Todos os materiais em língua portuguesa disponíveis na nova plataforma digital foram por isso doados por instituições do Brasil.

Apesar do projecto ter a chancela da UNESCO, a ideia partiu de James Billington, director da Biblioteca do Congresso dos EUA, que em 2005 o apresentou aos responsáveis por aquela organização da ONU. O objectivo é não só facilitar o acesso a um vasto leque de objectos e materiais, mas também promover valores como a diversidade linguística e cultural, unindo os vários povos e, simultaneamente, reduzindo o “fosso digital” entre os países desenvolvidos e o Terceiro Mundo.

De acordo um comunicado da UNESCO, o projecto visa ainda aumentar a qualidade e a variedade da oferta cultural na Internet, através da divulgação de materiais que poderão ser utilizados por “professores e académicos, mas também pelo grande público”. Para atingir estes objectivos, e desenvolver a nova plataforma, a Biblioteca do Congresso (EUA), colaborou com 32 outras instituições internacionais, incluindo a Biblioteca de Alexandria.

Entre os artigos que a partir de hoje poderão ser encontrados online encontra-se o Codex Giga, cedido pela Biblioteca Nacional da Suécia e considerado o maior manuscrito medieval. A Biblioteca Nacional do Brasil, por outro lado, cedeu algumas das mais antigas fotografias da América Latina, bem como mapas e obras cartográficas da época dos Descobrimentos.

Ler devia ser proibido

Posted in não caracterizado with tags , , on Abril 10, 2009 by profres3

A degradação do ensino em Portugal

Posted in manifestações, reflexões with tags on Janeiro 13, 2009 by profres3

No texto que aqui coloquei, “Tenho orgulho nos meus alunos”, terminava com a frase:

“Por isso, Sr. Valter Lemos, também lutarei pela dignidade de uma profissão que tem como finalidade preparar os jovens para os desafios de amanhã… ou isso incomoda-os, Sr. Valter Lemos e Sr.ª Ministra da Educação?”

Pois bem, colocarei agora aqui três citações que me enviaram via e-mail:

“A padronização reduz a qualidade e a quantidade do que é ensinado e aprendido nas escolas”

Linda McNeill (2000). Contradictions of school reform. Routledge

“Na sua pressão pela eficiência e padronização, o modelo fabril tende a reduzir os professores a autómatos”.

William Pinar (2007). O que é a teoria do currículo? Porto Editora

“A escola de modelo fabril alcança o controlo social à custa da inteligência, inteligência amplamente entendida, quer como a resolução de problemas, o pensamento crítico e a criatividade, quer como a memorização e o cálculo”

William Pinar (2007). O que é a teoria do currículo? Porto Editora

Na verdade, não é novidade que a forma de controlar a sociedade é mantendo-a ignorante. É sempre assim que as ditaduras tentam controlar um povo e se nos tomarmos a nós, portugueses, como exemplo, veremos que, de uma maneira geral, quem saiu como líder ou pelo menos como baluarte da luta antifascista foi ou foram, não pessoas do povo, mas pessoas de uma classe mais alta e culta.

Uma sociedade ignorante não coloca questões incómodas. Talvez porque não vivemos debaixo de um regime totalitário, mas numa “democracia moderna”, a tentativa de governar um povo inculto seja feita de uma forma mais perversa. Não é directa na opressão/repressão, mas dissimulada. Se, numa ditadura, quem fala sabe que arrisca-se a ser oprimido/reprimido, numa “democracia moderna”, nunca se sabe quando, como e de onde aparecem a opressão e a repressão à livre expressão e à reivindicação de direitos.

O ensino público é a forma mais usual de transmitir conhecimento, de transmitir cultura a um povo. Temos, através dele, duas formas de manipular um povo:

não dando acesso ao ensino a todos;

universalizando o ensino, mas degradando ou manipulando a qualidade do mesmo.

O primeiro caso era usado no período salazarista. O segundo caso é aquele que ao longo das poucas décadas de democracia em Portugal, tem vindo a ser introduzido. Mas creio que, sendo as formas de fazer diferentes, o meio para conseguir atingir o mesmo fim é análogo ou seja, através do dinheiro.

Talvez por ser adepto da teoria da conspiração, penso que estão a tentar degradar o ensino público, por modo a que os que por lá passam, não adquiram grandes bases de conhecimentos. Por outro lado, os que tiverem dinheiro poderão enviar os seus filhos para escolas particulares de qualidade superior, de onde sairão os futuros governantes deste país. Acredito que o poder ficará, como sempre esteve, mais ou menos nas mãos das famílias que sempre o tiveram.

Este último governo, o do Sr. José Sócrates, está a dar a estocada final para a degradação do ensino. Começou por, o que se poderia tomar como a tentativa de fazer boa figura além fronteiras, a elevação das taxas de sucesso dos alunos portugueses. É claro que uma coisa destas não se faz de um dia para o outro, a não ser que se falseiem resultados. Não estou a falar de técnicas fascistas como as do antigo ditador português, Dr. António Oliveira Salazar, onde, em eleições ditas democráticas, os mortos também votavam. Falo de falsear resultados com dados verdadeiros, mas sem cobertura. Utilizando uma metáfora, direi que é uma espécie de golpe à maneira de Alves dos Reis. As classificações dos alunos são verdadeiras, mas não estão sustentadas por um fundo de verdadeiro conhecimento.

E assim se vai degradando o ensino em Portugal.

Brincadeiras de mau gosto, segundo Ricardo Araújo

Posted in comentários, reflexões with tags on Janeiro 4, 2009 by profres3

Serei mais um a escrever que o texto de Ricardo Araújo é excelente pela sua perspicácia. O texto na sua totalidade pode ser lido aqui, mas, para os mais atarefados, farei uma sinopse do que de mais importante é dito.

Ricardo, neste texto, comenta a observação da Directora da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), à “brincadeira de mau gosto”, e são já palavras da Srª. Directora Margarida Moreira, dos alunos de uma turma da Escola do Cerco que empunharam uma pistola de plástico contra a sua professora.

Ricardo Araújo, começa por confessar-se desapontado, por só descobrir que se tratava de uma brincadeira após o esclarecimento de Margarida Moreira. Em seguida, afirma que o que se passou estará mais próximo do crime. Salienta depois, que Margarida Moreira é a mesma pessoa que considerou crime o facto de um professor, Fernando Charrua, ter feito comentários menos elogiosos ao actual Primeiro ministro português, José Sócrates. Termina depois referindo não conhecer ninguém que tenha puxado de uma arma de plástico à laia de brincadeira, mas tem muitos amigos a fazerem comentários menos elogiosos ao Sr. Primeiro ministro e que sendo assim, são dele as palavras que a seguir transcrevo, “Se os primeiros são os brincalhões e os segundos os delinquentes, está claro que preciso de arranjar urgentemente novos amigos.

Depois disto, pergunto o que me aconteceria se na frente do Sr. Primeiro ministro eu sacasse de uma pistola de plástico e lhe dissesse: – Vais acabar com este ridículo e injusto sistema de avaliação dos professores ou não? Se calhar eu iria saber o que são pistolas verdadeiras, pela última vez (não se assustem, eu cumpri o serviço militar).

E se o fizesse à Srª. Directora da DREN? O que me aconteceria? Concerteza que ririamos os dois à gargalhada e nos tornaríamos grandes amigos, não acham?

Tenho orgulho nos meus alunos

Posted in manifestações with tags on Novembro 15, 2008 by profres3

Na passada sexta-feira, dia 14 de Novembro, os alunos das escolas básicas e secundárias deste país, decidiram faltar às aulas para lutar pelos seus direitos.

Ao contrário do que foi dizer para a televisão o Sr. Valter Lemos, o Conselho Executivo da minha escola, decidiu fechar os portões da escola para que os alunos não fossem todos em debanda para a estrada, em frente da entrada da escola.

Pois é, Sr. Valter Lemos, os professores não manipularam ou instrumentalizaram os alunos para estes se manifestarem. Na verdade muitos foram os professores que tentaram impedir a saída dos alunos para fora da escola.

Quanto a mim, Sr. Valter Lemos, fui, como me competia, para a sala de aulas com os poucos alunos que ficaram dentro da escola. Estive 90 minutos com 7 alunos de um 9º ano, 90 minutos com outros 4 de outro 9º e finalmente 90 minutos com cerca de 20 alunos de uma turma do 7º ano.

O interessante é que, em conversa com os alunos dos nonos anos, percebi que os mesmos sabiam porque é que estavam os colegas deles lá fora e porque é que também eles gostariam de lá estar (tirando duas ou três excepções). Lutavam contra o novo estatuto do aluno e o novo regime de faltas. O novo regime de faltas, o tal que premeia os alunos faltosos com trabalho de recuperação e provas. Hum… deixem-me ver… se eu fosse aluno e não gostasse da escola, ao ponto de fazer gazeta umas quantas vezes, e quando regressasse tivesse à minha espera horas para recuperação da matéria perdida e provas… nããããã… preferia nunca mais lá pôr os pés.

Eram cerca de 17.30h quando deixei a escola e digo-lhe, Sr. Valter Lemos, senti orgulho nos meus alunos pois eles ainda se mantinham em frente à escola, com menos ânimo, o que é natural, mas sem desistirem de lutar. E de novo repito, Sr. Valter Lemos, os professores não instigaram ninguém a lutar e, a acreditar na palavra dos meus alunos, foram até ameaçados de que iriam ser castigados pelo seu acto e a ousadia de faltarem às aulas para lutarem por aquilo em que acreditam.

É um orgulho ver crianças de 14 anos não cederem quando lutam por aquilo em que acreditam. Faz-me pensar que a sociedade em que vivemos ainda tem esperança, pois enquanto existirem déspotas, existirão também e sempre, alguns indivíduos prontos a lutar por aquilo em que acreditam.

Obrigado aos meus alunos por me darem uma razão para eu manter a cabeça erguida. Vale a pena lutar quando se vê que o futuro está salvaguardado e que compete a nós não o deixar morrer. Por isso, Sr. Valter Lemos, também lutarei pela dignidade de uma profissão que tem como finalidade preparar os jovens para os desafios de amanhã… ou isso incomoda-os, Sr. Valter Lemos e Sr.ª Ministra da Educação?

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